Avaliação in vitro da atividade antimicrobiana do extrato de própolis verde contra bactérias patogênicas

Autores/as

  • Victória Alves Tereza Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás)
  • Victória de Oliveira Apolinario Moreira Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás)
  • Alessandra Marques Cardoso Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás); Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO)

DOI:

https://doi.org/10.36414/rbmc.v12i26.236

Palabras clave:

Própolis, Ação Antimicrobiana, Apis mellifera

Resumen

Esse estudo objetivou avaliar a atividade antimicrobiana de seis amostras comerciais de extrato de própolis verde frente a quatro cepas bacterianas da American Type Culture Collection (ATCC), sendo elas Escherichia coli (ATCC 25922), Klebsiella pneumoniae (ATCC 700603), Pseudomonas aeruginosa (ATCC 27853) e Staphylococcus aureus (ATCC 25923). Os microrganismos foram cultivados em ágar MacConkey e Manitol-sal, e incubados a 36ºC por 24 horas. Após o crescimento, foram transferidos para tubos contendo solução fisiológica estéril (NaCl a 0,85%) até atingir turbidez equivalente a 0,5 da escala de McFarland e semeados em ágar Mueller-Hinton. A atividade antimicrobiana foi avaliada pela técnica de difusão em ágar, utilizando-se seis poços preenchidos com as amostras de própolis verde e o controle negativo, além do controle positivo realizado com disco de amoxicilina-ácido clavulânico. Os experimentos foram realizados em duplicata e a atividade antimicrobiana determinada pela medição dos halos de inibição. Os resultados revelaram que as amostras de própolis verde inibiram o crescimento de S. aureus, enquanto que os microrganismos Gram-negativos não tiveram seu crescimento inibido. Todas as amostras testadas demonstraram atividade frente a S. aureus, com halos variando entre 19 mm e 28 mm, destacando-se a amostra N°3 de extrato alcoólico, que apresentou os maiores halos de inibição (28 mm). Os extratos alcoólicos demonstraram halos ligeiramente maiores em comparação aos aquosos, o controle negativo não apresentou atividade, enquanto o controle positivo inibiu 100% das cepas testadas. Em conclusão, os achados evidenciam o potencial antimicrobiano da própolis verde contra S. aureus, reforçando a importância de produtos naturais e da sua valorização sinalizando a necessidade de estudos futuros para o desenvolvimento de alternativas terapêuticas complementares.

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Biografía del autor/a

Victória Alves Tereza, Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás)

Graduação em Biomedicina. Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás).

Victória de Oliveira Apolinario Moreira, Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás)

Graduação em Biomedicina. Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás).

Alessandra Marques Cardoso, Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás); Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO)

Biomédica. Doutora e Mestre em Medicina Tropical e Saúde Pública, Professora da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC Goiás), Biomédica da Secretaria de Estado da Saúde de Goiás (SES-GO).

Citas

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Publicado

2026-08-07

Cómo citar

Tereza, V. A., Moreira, V. de O. A., & Cardoso, A. M. (2026). Avaliação in vitro da atividade antimicrobiana do extrato de própolis verde contra bactérias patogênicas. REVISTA BRASILEIRA MILITAR DE CIÊNCIAS, 12(26). https://doi.org/10.36414/rbmc.v12i26.236

Número

Sección

Artigos