ANÁLISE DA DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DOS CASOS DE FEBRE AMARELA NO ESTADO DE GOIÁS, 2007 – 2017
DOI:
https://doi.org/10.36414/rbmc.v5i12.4Palavras-chave:
febre amarela, mapeamento geográfico, vigilância epidemiológica.Resumo
A análise espacial como estratégia para um melhor planejamento das ações coletivas em saúde, com o objetivo de equalizar a assistência ao se priorizarem os espaços geográficos mais acometidos. O estudo objetivou descrever a distribuição dos casos de Febre Amarela em Goiás, bem como seus aspectos ambientais, demográficos, clínicos, epidemiológicos e geográficos. Para avaliação desses aspectos foi utilizado o georreferenciamento. Trata-se de um estudo epidemiológico, observacional, descritivo e ecológico dos casos de FA notificados em Goiás, no período de 2007 a 2017, através de dados fornecidos pelo Sistema de Informações de Agravos de Notificação. Houve maior número de casos do sexo masculino e entre 21 e 40 anos. O Georreferenciamento constituí uma metodologia estratégica, haja vista que permite a análise de múltiplos fatores determinantes e condicionantes da Febre Amarela.
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